Na actividade de um jornalista e crítico de música é um privilégio poder privar com um artista de excepção, seja ele famoso porque ganhou as graças do reconhecimento geral e […]
Lantana 2.0 :: metonímia e sinédoque
Bota, Lisboa, 16 de Janeiro. O colectivo Lantana apresentou ao vivo os resultados de uma residência artística durante a qual gravou aquele que poderá ser o seu segundo álbum, sucedendo […]
“Linhas e Formas” de Francisco Andrade: Platão revivido
Primeiro disco em nome próprio de Francisco Andrade, “Linhas e Formas” (Melro Preto) constitui para estes ouvidos não só uma das melhores ofertas da produção discográfica de 2024, como também […]
Ricardo Jacinto “Solo”: Casa de Bonecas
Relata-nos a mitologia grega que a morte matada de Medusa fez com que no lugar desta nascessem três irmãs górgonas. Na verdade, uma mais duas, assim se distinguindo porque um […]
Lost in translation: “Trizmaris” e “Whispers in the Moonlight”
Em ensaio assinado por Arnold Berleant com um título curioso, “Ruminations on Music as an Exemplary Art”, deparo-me com uma questão que me vem assombrando ao longo de décadas de […]
Kim Gordon e o Futuro do Esquecimento
Cada concerto (espectáculo, exposição, etc.) a que assistamos associa as experienciações directas que temos dele e as que remanescem, indirectas, de outros anteriores, guardados na nossa memória sensorial. Quando fui […]
Serpente Imóvel
01 Cracas Há caminhos queNão conduzem a lado algum.O que podes fazer, então?Coloca os olhos rente à pedra,Como se nesse quadro vivoEstivesse a imensidãoDe todo o possível. 02 Materialidade Será […]
Outonal 2024: escada, varanda e pátio
Auditório da PLMJ, 26 de Outubro. Relacionamentos em escala – ou em escada. O último concerto dos grupos sorteados do Outonal, transfiguração de um MIA – esse mesmo, o “congresso” […]
MIA: «Isto está tudo viciado»
Foi a sua estreia no MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, que teve mais uma sessão nos passados dias 21 e 22 de Junho. Claude Colpaert […]
Nebbia / Borges, Guerra / Tembe: o degelo pode esperar
De um lado (Camila Nebbia e Sofia Borges) tínhamos encadeamentos frásicos com uma lógica desenvolvimentista irrepreensível e ultrafocada; do outro (Joana Guerra e Yaw Tembe) uma sobreposição/contraposição por camadas de […]